O outro Blog.
Gente, pra que não sabe eu tenho outro Blog…na realidade um photoblog. Eu já atualizo ele desde março de 2005, portanto dois anos. As coisas por lá estavam bem paradas esse ano e eu só havia atualizado duas vezes. Estava pensando em cancelar, mas resolvi dar uma olhada nos arquivos agora. Bem, não resisti. Não vou cancelar…Coloquei uma foto nova. : ) Tem muitas fotos pessoais, da Gabi mais nova e alguns outros temas. As fotos são bem grandes e tem pouco, ou quase nenhum texto.
Pra quem não conhece, o endereço é Gabriela Cravo e Canela
Espero que gostem…
Abraços.
EDIT. O blog foi fechado em 2007. As fotos estão nessas galerias do flickr.
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4 Responses to “O outro Blog.”

Ola Daniel!
Gostaria de trocar idéias com voce sobre seu trabalho com recém nascidos.
Estou me programando para fazer isso aqui em SP, apesar de não ser fotógrafa profissional, tenho apenas muita prática em fotografar pois sou produtora de elenco.
Enfim se quiser ja temmeu email!
Seu trabalho é maravilhoso e o Blog também, agora vou ver o site.
Parabéns
Suely
Olá Daniel, cheguei aqui nem sei bem como, pulando de link em link nos blogs amigos e queria te dar os parabéns pelas fotos que são espatculares e o blog tb, adorei, virei mais vezes, posso?
Daniel, tô indo lá!!!
apareça querido!
beijo na gabi
Fala Daniel!
Nossa, que fotos bonitas. A profundidade de campo show e o assunto, perfeito!
Voltei a usar filme em 2006 e estou apaixonado pelo p/b. Tenho usado o Ilford XP2 e me divertido bastante. E minha filha mais velha também fotografa.
Quanto a paternidade, acredito que nosso papel hoje envolva usar mais a intuição e a emoção, e menos a obrigação de proteção física e financeira, que caracterizou nossos pais e avos. Eu sou criador e sinto culpa quando a grana não entra, quando falta tempo para carinho e atenção, quando nosso amor fica dividido com as demais belezas da vida.
Creio a paternidade hoje envolva uma busca por “tomar” o espaço tradicional da mãe por dois eixos principais:
- dar tempo a mulher para viver plenamente as questões da feminilidade que estão além da maternidade. Sabemos que ser mãe sempre foi um dilema mal resolvido do feminismo. E, sim, só melhora com a participação ativa dos homens. E tudo isso sem nos anularmos e sem invadirmos.
- fornecer experiências emocionais que ajudem nossas filhas e filhos a não estabelecerem relações maniqueístas como papel dos gêneros. Não quero que minha filha aprenda que amar é errado e perigoso, e que o sexo oposto é cruel e dissimulado. Ter um pai com sensibilidade a flor da pele faz com que nossos meninos e meninas sejam menos Bush e Guerra e mais Vida e Prazer.
Ainda assim, vivo a pressão fora do meu núcleo familiar de ser o pai que que a sociedade espera. Se eu fosse levar ao pé da letra o que se espera de um pai tradicional, minha esfera de atuação estaria bem limitada. Não quero isso.
Mas escolher algo diferente para a nossa paternidade torna as coisas mais complicadas do que a geração que cumpriu o papel de provedor/repressor. Dos pais que não choravam (só na Copa do Mundo e nas vitórias do Senna…rs,rs), dos pais que não sorriam.
Mas como te disse, ainda estou aprendendo a ser pai. Prometo que vou pensar mais sobre isso.
Um forte abraço