By danielgn, on June 20th, 2009
Tenho lido bastante o blog do fotógrafo inglês, especializado em casamentos, Jeff Ascough. Ultimamente ele vem escrevendo bastante sobre a simplicidade, a teoria do menos é mais, menos equipamento, menos fotos, menos interferência. Isso tudo, na opinião dele, ajuda no estilo fotográfico que ele adota e o torna um ninja, invisível.
Ele é um dos Top do mundo e é muito respeitado. Eu sou fã dele e confesso que meu queixo caiu quando vi suas fotos pela primeira vez. Digo com todas as letras que se fosse casar novamente, e dinheiro não fosse problema, contrataria ele, sem dúvida. Jeff se enquadra, ou enquadram ele, no estilo de fotojornalismo, que é onde me identifico. Ele simplesmente vai a festa, não interfere em nada, fotografa o que vê, o que sente, e o que quer. Tudo bem, o cara é o Jeff Ascough, então ele pode, tem licença para fazer isso. Ele pode criar a vontade, pois quem contrata ele, e paga uma fortuna, já espera isso. Eu, obviamente não faço isso, mas admiro o estilo e sigo as mesmas idéias básicas.
No blog, ele fala bastante sobre uso de lentes prime, claras, ISOs altos e usa o flash só em ocasiões extremamente necessárias. Prega que o fotógrafo deve pensar antes de clicar, segurar o dedinho nervoso, pensar mais, buscar a boa luz, compor a imagem de forma consciente, e só depois fazer a foto, as vezes em um único clique. Eu adoro o que ele escreve.
Bem, hoje fotografei um batizado, com uma recepção em um restaurante bem legal. Muita gente feliz, pessoas visívelmente envolvidas com a família, com a história do bebê, gente de bem, educada, muito carinho no ar, enfim, um paraíso para o fotógrafo que busca emoção. Lembrando do Jeff, aproveitei e coloquei em prática algumas técnicas ninja para ficar invisível. Também testei o contrário e observei a reação das pessoas.
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Vou descrever aqui o que fiz e como abordei o evento:
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Trabalhei sozinho, o evento era para umas 80 pessoas, começou por volta das 16:00hs.
Na igreja, alguns pontos importantes:
- Na Cerimônia, não dá pra ser ninja. Acontece rápido, o melhor é ir na segurança. Somos profissionais, sem licença para fazer o que quisermos, e não dá para brincar com as fotos do cliente na hora H.
- Usei duas cameras, a D700 com lente 24-70 2.8 + Flash SB800, D80 + 85mm 1.8 + SB800.
- Os flashes ficaram desligados quase o tempo todo, usei como segurança pois a cerimônia foi no fim de tarde e a luz natural que ainda iluminava a igreja poderia perder qualidade rapidamente.
- Fotografei com as lentes bem abertas em f2.0 ou f2.8, ISO 800 na D80 e 1600 na D700. As velocidades ficavam em torno de 1/125.
- Um cara circulando pela igreja, com duas cameras + flashes, chama atenção, não tem jeito.
- A única técnica ninja que utilizei foi desligar o flash. Nada demais. Também busquei andar pouco, e quando fiz, foi de forma suave, sem correria.
- As pessoas estavam concetradas na cerimônia, então consegui disfarçar um pouco, mas passei longe do invisível. As fotos que fiz em que não fui percebido, foram feitas com a tele, 85mm, na maioria dos casos.

Abaixo: Dormindo é fácil… Nem sei se a senhora de amarelo estava no batizado ou era penetra na igreja. A foto do garoto foi sorte, vi e fotografei, rápido. D80 85mm.
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No restaurante, onde aconteceu a recepção.
- Usei apenas a D700, lentes 35, 50 e 85, inclusive para os retratos em grupo. ISO alto 2000, 3200, sem flash na maioria dos casos.
- Andava com uma bolsa, com as duas lentes que não estavam na camera e o flash. Tirava o flash apenas para as fotos posadas. A bolsa (uma de couro preto, tipo notebook), ficava para trás para disfarçar.
- Tentei utilizar a 85mm no início, mas… para fotografar com ela eu assumia a postura de espião, ficava meio nas sombras, tentando captar algo de longe. Isso gera desconfiança nas pessoas, os convidados ficavam me observando. Guardei a lente.
- Após guardar a 85mm, utilizei muito a 35mm, cheguei bem perto das situações em alguns dos casos, perto mesmo, dentro da cena. Nínguem nem olhava para mim, as vezes parecia que eu não existia. Fazia a foto e partia para a próxima sem ser notado. Em algumas ocasões fui denunciado e perdi a cena.
- Evitei usar a camera no pescoço, deixava de lado, escondida, quando lembrava. Ela só vinha ao olho quando precisava. O logo da Nikon na alça da camera é luminoso e chama muita atenção, vou comprar uma alça nova, preta e mais confortável.
- Depois de um certo tempo, com as pessoas mais concentradas na festa, consegui até utilizar a lente 85mm sem receber muitos olhares de desconfiança.
- Fiz muita foto interessante, meu cérebro entrou no modo piloto automático e nem percebi o tempo passar.
Com a 35mm cheguei bem perto na foto abaixo. Queria fotografar a Tinkerbell desde o início da festa e esperei a oportunidade certa.

Eles passaram boa parte da festa olhando essa camera. Essa eu fiz com a 85mm.



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Minha conclusão hoje foi:
- As vezes chegando muito perto, você causa menos desconfiança nas pessoas do quê utilizando uma 70-200 branca 2.8 de longe, escondido nas sombras.
- Menos equipamento ajuda a colocar você no meio dos convidados e passar despercebido. 3 lentes são suficientes para cobrir muito bem uma recepção.
- As grande angulares são ótimas para te colocar dentro da cena, chegar perto, trocar olhar com as pessoas, trocar sorrisos, interagir, ganhar confiança.
- Flash é ruim para quem quer ser invisível. Te denuncia quando é disparado, e faz um volume em cima da camera que fica gritando “fotógrafo, fotógrafo, fotógrafo” como se fosse uma sirene. Melhor deixar ele guardado e só tirar quando for muito necessário, mas é bom que fique bem perto.
- Tenho muito o que aprender.
Na foto abaixo, me aproximei, medi a luz, pensei no enquadramento, esperei e fiz as duas fotos. Na primeira foto parece que ela está posando. Ela não percebeu nada. D700 35mm.

Na foto abaixo consegui um enquadramento interessante. No fundo estão a mãe e o padrinho do bebê batizado. Vi que eles estavam conversando, tinha emoção, quando fui dar a volta, para ir até lá fazer mais fotos, fui parado por um convidado pedindo foto posada. Perdi as fotos , bem mais interessantes, da mãe e do padrinho. D700 35mm

E o Jeff Ascough? Acho ele muito bom, sou fã. Admiro o estilo dele de fotografar e assino embaixo de tudo que ele vem escrevendo sobre simplicidade, discrição, etc. Quem sabe? Um dia alcanço essa linceça artística que ele tem.
“If your pictures aren’t good enough, you aren’t close enough”
Robert Capa
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Não vou dizer que essa é uma série de posts, ou uma categoria definitiva no blog, mas pretendo falar mais, com mais frequência sobre os bastidores dessa nova vida de fotógrafo. Muita gente me pergunta como eu trabalho, que equipamento uso, e espero que esse post e a “nova categoria”, Vida de Fotógrafo, ajudem.
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Abraços
Daniel
PS. Não deixem de visitar o www.danielnobre.com tem fotos novas por lá.
By danielgn, on June 19th, 2009
Eu raramente faço posts só sobre uma camera específica, ou marca, etc. Esse lançamento mereceu. A câmera é a Olympus EP-1, também chamada de “Digital Pen”. Eu, como um fã de câmeras antigas, achei ela linda e as especificações são bem interessantes e trazem uma inovação.
O nome Digital Pen vem da clássica série de câmeras Pen, que a Olympus lançou na década de 60. As cameras eram muito pequenas, trocavam lentes em alguns modelos, e eram capazes de transformar um filme de 36 poses em 72 poses. Foram sucesso de vendas durante mais de duas décadas.
A Olympus criou toda uma espectativa em torno do lançamento oficial dessa camera, isso devido a nova abordagem em relação aos sensores e as lentes. Eles retiraram o jogo de espelhos, necessários nas DSLR, mas mantiveram um sensor de tamanho grande, 30% menor que os sensores tamanho APS-C (presente em cameras como a Nikon D80 e Canon 40D). A idéia é ter uma camera pequena, com capacidade para trocar lentes, mas de tamanho compacto. A qualidade será semelhante a das DSLR em relação a captura de detalhes, noise, etc, e isso se deve ao tamanho do sensor que é bem maior que o de cameras compactas. O Sistema se chama Micro 4/3 e eu acredito que seja equivalente a uma rangefinder da era digital, se é que isso faz sentido.
O lançamento vem sendo recebido com certo entusiasmo e promete bastante. Certamente não será viável, por enquanto, para aplicações profissionais pesadas, como fotografia de casamentos, fotografia de estúdio, etc, mas acredito que em breve veremos profissionais adotando a camera em trabalhos autorais e como brinquedo de luxo. O preço ainda é salgado e será preciso o desenvolvimento de mais opções de lentes e testes mais detalhados para se ter clareza sobre a capacidade da câmera.

Eu sinceramente, achei ela linda. Com essas alças de couro, puro charme. Seria tranquilamente minha camera de uso geral.
Desculpem os termos técnicos…
Abraços
Daniel
By danielgn, on June 15th, 2009
Essas fotos foram feitas com a D700, há 1 mês mais ou menos. Aproveitei o fato da câmera ser Full Frame e me proporcionar um DOF bem interessante, e também abusei dos ISOs altos. Brinquei com ela em um jardim, na casa do meu pai na praia do Cumbuco, sem muita pretensão. Queria ver a capacidade da camera para captar detalhes, mesmo nos ISOs altos como o 6400 e em condições precárias de luz. Fiquei surpreso, algumas fotos ficaram bem diferentes.
Durante o dia revisitei os mesmo lugares atrás das cores mais ricas e efeitos de profundidade de campo.






Dica.
Para fazer fotos assim você não precisa de nada mais que uma DSLR e uma lente 50mm 1.8, que deve custar em torno de 400 reais. Não usei lentes macro, nem filtros close up ou tubos de extensão. Simplesmente deixei a abertura em f2, ouf 1.8 e tentei focar o mais próximo que a lente permitiu, algo como 40cm de distância do objeto principal. Isso gera desfoque total no fundo e composições bem interessantes. Nada impede que obejtos fora de foco aparecem tb, mais próximos da lente, ajudando a enquadrar o objeto principal.
O segredo aqui é estar atento para a composição da foto, harmonia de cores, texturas, etc…Olhe com calma no visor os elemntos que aparecem no fundo desfocado, e também os que estão mais próximos da camera, use eles de forma que se harmonizem com o objeto principal. Observe cores, detalhes, direção de luz… Nas fotos a noite, por exemplo, a luz direta e dura das lâmpadas incandescentes evidenciou muito as texturas nas folhas… fiz um monte de fotos, que mesmo em ISO 6400, mostram detalhes lindos nas folhas e isso se deve a luz de alto contraste. Para a foto da flor laranja, no fundo azul, fiz diversos teste até achar um ângulo em que as flores no fundo desfocado não se confundisse com a que estava em primeiro plano. A cor azulada (esverdeada) do fundo ajudou a dar contraste ao laranja. Andei com a gabi pela areia, procurando insetos, casulos de borboleta, etc, acabei achando um pequeno cogumelo que a primeira vista pareceu sem graça, mas gerou uma foto interessante. Enfim, paciência, calma, um ótimo exercício.
Não andiante simplesmente encher o quadro com uma flor, isso geralmente vai gerar algo mais trivial e menos interessante, busque compor a foto, usar melhor o fundo, as texturas, a luz, as cores, para evidenciar o que você quer mostrar.
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Links.
Esse cara… Michael Brown tem um trabalho fantástico. Observe no site dele como fotografia macro não é necessariamente algo em close enchendo totalmente o quadro. O trabalho dele é pura composição com formas, texturas, cores. Veja como ele usa bem os fundos desfocados e outros elementos que ajudam a evidenciar o elemento principal. As fotos parecem pinturas.
Essa galeria …nature da lauren {elycerose}, no Flickr, é linda também. Pura inspiração… Veja a combinação de cameras lentes, etc, que ela usa.
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Estava devendo posts aqui… essas fotos estavam separadas há algum tempo, arrumei um tempinho e resolvi mostrá-las aqui.
Abraços
Daniel
By danielgn, on May 25th, 2009
Gosto de fotografar com filme.
O Motivo não é a qualidade das fotos, nem o grão, nem a latitude (capacidade do filme de suportar variações de exposição), nem algum outro aspecto transcendental dos filmes. Hoje com as cameras digitais super tecnológicas, a qualidade das imagens, se comparada a filmes normais de 35mm, é muito superior em todos os aspectos. A questão não é essa, pelo menos para mim e para meu uso pessoal.
Fotografar com filme é divertido por causa do processo que envolve cada fotograma que avança.
Cada foto é pensada, valiosa, estudada. Focamos muito mais na composição da cena, pensamos na idéia, avaliamos a luz, testamos ângulos e só então clicamos. As vezes desistimos da foto e tentamos outra idéia. Outras vezes clicamos na pressa para fotografar um momento. Tem situações em que partamos o botão sem querer e lamentamos o frame perdido… Cada foto passa ter mais valor, tanto pessoal, quanto artístico. O fato da contagem de frames ser bem limitada, do fator “custo” envolvido em cada rolo, e a responsabilidade de estarmos imprimindo de forma permanente e definitiva a imagem em um aparato físico, nos coloca essa responsabilidade.
Nas cameras digitais a foto não existe realmente, é feita de dados, você não pega nela até imprimir. Não tem cheiro, nem cor, nem peso. É de “graça” (grande ilusão), então clicamos sem parar, sem pensar e sem dar valor nenhum a cada foto.
Pelo menos para mim, o processo de fotografar com filme é muito diferente do digital, é mais prazeiroso e interessante.
Eu sinceramente aconselho a todo fotógrafo, que quer aprender mais sobre fotografia, desenvolver o olhar, a técnica, a paciência, que procure uma camera de filme e fotografe alguns rolos de vez em quando. Mal não faz.
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As fotos a seguir são selecionadas de uns 4 rolos de 36 poses que revelei recentemente. Elas foram escaneadas em minilab (o que causa uma perda de qualidade) e sofreram leves correções no Lightroom. Em algumas apliquei efeitos mais fortes e outras converti para PB.
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A primeira sequência é de algumas fotos, na sua maioria feitas no Zoo de Brasília, durante nossa viagem para lá.












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Essa segunda sequência é de fotos feitas no Cumbuco, há 1 mês e pouco.





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Essa última, ainda de Brasília é só pra ilustrar o fato de que muito mais importante em uma fotografia, além de cameras, lentes, etc, é um bom sorriso honesto.

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Coloquei umas 20 fotos, poderia ter colocado as 140, e poucas, resultantes dos 4 filmes. Tranquilamente, só apagaria umas 4 ou 5.
Abraços e uma ótima semana.
Daniel
By danielgn, on November 28th, 2008
Há um bom tempo não tínhamos uma Árvore de Natal, “de verdade”, aqui em casa. Por vários motivos, fomos adiando, adiando, e sempre passamos o natal com uma árvore meio mais ou menos. Esse ano a Raquel fez questão e comprou uma melhorzinha. Ela decorou do jeito que quis, com dourado, fitas, laços, etc. Gabi ajudou, um pouco, no começo estava bem empolgada mas no fim a brincadeira terminou com um leve chilique.
Eu fiz umas fotos do processo que foi dividido em dois dias. Raquel faz questão de dizer que a árvore ainda não está pronta, faltam luzes, a estrela e sei lá o que mais. Esse ano entramos mesmo no clima, com direito a Papai Noel de helicóptero e árvore das Lojas Americanas.
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Fiz as fotos com a D80 e a 17-50mm em f2.8, 90% das vezes. Usei ISO alto 800/1600 para pegar mais da luz natural e evitar o flash. As fotos ficam com muito noise e perdem detalhes, a velocidade cai muito e gera alguns efeitos e borrões, mas…ficam mais bonitas e dão boas impressões, não perfeitas, mas boas, em tamanhos até 20×30. A questão do ISO é sempre perguntada aqui no blog e, na minha opinião o melhor é evitar o zoom 100% no Photoshop e pensar mais no que a foto captura, no momento, e não nos pontinhos e no foco perfeito, que mostra todos os poros da pele e o reflexo do fotógrafo nos olhos da criança.
Eu confesso que tenho, tinha pois já diminuí muito, uma obsessão em ficar vendo as fotos em 100%, procurando os cílios nos olhos, mesmo com a criança bem pequena no “frame”, verificando se o foco está perfeito, etc. Isso é válido quando se trata de uma foto que será impressa em tamanhos grandes ou quando, por algum motivo, requer alta qualidade. Nos trabalhos profissionais sempre tento atingir a melhor qualidade possível, dentro dos limites da iluminação, equipamento, condições de trabalho, etc, mas para fotos pessoais, isso não faz o menor sentido. Ficar olhando a foto a 100%, procurando defeitos, é frustrante, cansativo, e é melhor deixar isso para os trabalhos profissionais ou para quando se quer realmente aprimorar o foco e o testar equipamento. Quando você for fazer uma foto para a capa da Vogue, aí você se preocupa com isso e compra uma câmera de 20.000 dólares + uns 20.000 em lentes.
E não esqueçam, essa é só minha opinião…
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Abraços
Daniel
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Bem Vindo Meu nome é Daniel Nobre, sou fotógrafo especializado em casamentos e esse é meu blog pessoal. Aqui falo mais sobre fotografia, minhas experiências como pai, passo dicas, links, troco idéias com leitores, e tudo mais que vier a cabeça. Para conhecer mais sobre o meu trabalho, fazer contatos profissionais, você pode acessar o meu site/blog: www.danielnobre.com
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